Para falar do balcão do Astor, precisamos viajar ao passado. A primeira parada é o ano 2000, quando dois dos sócios partiram para Nova York com o objetivo de explorar seus antiquários. O balcão almejado não estava lá, mas as visitas aos lojistas de midtown renderam uma indicação precisa, a cerca de 160 quilômetros dali, mais precisamente na Filadélfia.

Para lá partiram os dois, de trem. Chegando ao endereço sugerido, em meio a móveis e utensílios do século XIX, viram partes de um balcão e pediram ao atendente que o montasse. Foi paixão à primeira vista: estavam diante de um balcão de cerca de 1880, que pertencera a um saloon do Tennessee. Doze mil dólares e algum tempo depois, o balcão de 6 metros de frente por 1 de fundo chegava de navio, vindo de Londres por questões da logística marinha, e era montado no Astor.
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